A gestão de risco de terceiros (TPRM — Third-Party Risk Management) virou prioridade porque o risco entrou pela porta do fornecedor. Segundo levantamentos de mercado, mais de 60% dos incidentes graves no Brasil em 2025 tiveram origem indireta em fornecedores com acesso a dados, redes ou integrações críticas. Este guia mostra o que é TPRM na prática e como escolher a ferramenta.
O que é TPRM
TPRM é o ciclo de avaliar, classificar e monitorar os riscos que fornecedores e parceiros trazem para a organização — de segurança e privacidade a risco financeiro, reputacional e de continuidade. Não é um questionário pontual no onboarding: é monitoramento contínuo ao longo de toda a relação.
As etapas de um programa de TPRM
- Inventário e criticidade: quais são os fornecedores e quais acessam dados/sistemas críticos.
- Due diligence e avaliação: questionários, evidências e classificação de risco antes de contratar.
- Cláusulas e SLAs: requisitos de segurança e privacidade em contrato.
- Monitoramento contínuo: reavaliações periódicas e alertas de mudança de risco.
- Trilha de auditoria: histórico auditável de cada avaliação e decisão.
O que avaliar na ferramenta
Existem plataformas dedicadas a TPRM e módulos dentro de suítes globais como a OneTrust. Na hora de escolher, avalie: automação da due diligence, capacidade de monitoramento contínuo (não só onboarding), integração com privacidade e segurança, e trilha de auditoria. Uma ferramenta de TPRM isolada resolve terceiros, mas deixa a conexão com privacidade e segurança por sua conta.
TPRM integrado ao risco do negócio
O módulo TPRM do Autoritas trata fornecedores dentro da mesma visão de privacidade, segurança e IA — porque um fornecedor comprometido costuma virar, ao mesmo tempo, incidente de dados e de segurança. Operado no modelo Consulting as a Software pelos especialistas da Tripla, com trilha de auditoria pronta para clientes e reguladores. Descubra sua exposição em terceiros no diagnóstico gratuito de maturidade.
Perguntas frequentes
O que é TPRM?
TPRM (Third-Party Risk Management) é a gestão de risco de terceiros: avaliar, classificar e monitorar continuamente os riscos que fornecedores e parceiros trazem à organização.
Por que a gestão de fornecedores é tão importante agora?
Porque terceiros se tornaram a principal origem indireta de incidentes graves — mais de 60% dos casos no Brasil em 2025 envolveram fornecedores com acesso a dados ou sistemas críticos.
Uma ferramenta de TPRM isolada é suficiente?
Ela resolve terceiros, mas um fornecedor comprometido costuma virar incidente de privacidade e segurança ao mesmo tempo. Tratar TPRM integrado ao restante do risco (IRM), como no Autoritas, dá visão completa.
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