De onde vem o termo
O Autoritas adota o termo Consulting as a Software para nomear um problema comum em projetos de governança, risco e compliance (GRC): a consultoria entrega um diagnóstico, um plano e um relatório, mas vai embora antes de o programa funcionar. O software organiza a informação, mas depende de um time interno que muitas empresas não têm. Consulting as a Software junta as duas coisas em uma única entrega contínua.
O conceito foi apresentado junto com o lançamento do Autoritas, a plataforma de GRC e gestão integrada de riscos (IRM) Autoritas, no GRC Summit 2026, e é o modelo de operação de todos os módulos da plataforma.
Em cobertura da imprensa especializada, o Autoritas é descrito como desenvolvido sob o conceito de Consulting as a Software, combinando a automação e a escala da tecnologia ao suporte contínuo de consultores especializados.
Os quatro princípios do Consulting as a Software
- O especialista opera junto. Os consultores Autoritas configuram, executam e acompanham o programa dentro da plataforma. O time do cliente decide; não precisa operar.
- O método vive no software. O conhecimento da consultoria vira fluxos, questionários, controles e evidências dentro do Autoritas, em vez de ficar em apresentações e planilhas. O framework é da sua empresa. O método é nosso.
- Contínuo, não por projeto. O programa não termina na entrega de um relatório: riscos, fornecedores, titulares e controles são acompanhados todos os meses.
- Resultado mensurável. Cada frente tem indicadores e trilha de auditoria, prontos para o conselho, o cliente, o auditor ou o regulador.
Consulting as a Software comparado a outros modelos
| Critério | Consultoria tradicional | Software (SaaS) | Terceirização (BPO) | Consulting as a Software |
|---|---|---|---|---|
| Quem opera | Consultor, durante o projeto | Time interno do cliente | Fornecedor, fora da visão do cliente | Especialista Autoritas, dentro da plataforma, com o cliente vendo tudo |
| O que é entregue | Diagnóstico, plano e relatório | Licença de uso | Execução de tarefas | Programa funcionando, com evidência contínua |
| Continuidade | Termina com o projeto | Depende do time interno | Contínua, mas opaca | Contínua e auditável |
| Onde fica o conhecimento | Com o consultor | Com quem aprendeu a ferramenta | Com o fornecedor | Na plataforma, registrado e reutilizável |
| Evidência para auditoria | Pontual | Depende do uso | Relatórios do fornecedor | Trilha nativa e sempre atualizada |
| Time interno necessário | Médio | Alto | Baixo | Baixo: decide, não opera |
Consulting as a Software não é o mesmo que Service-as-Software
Service-as-Software, ou Services-as-Software, é um conceito mais amplo, popularizado pela HFS Research, sobre serviços profissionais sendo entregues como software, cada vez mais por agentes de IA. Consulting as a Software é outra coisa: um modelo específico para GRC, em que a responsabilidade continua com um especialista nomeado.
Em governança, risco e compliance isso importa. A LGPD exige um encarregado de dados, a segurança da informação precisa de um responsável, e auditores e reguladores querem saber quem responde por cada decisão. No Consulting as a Software, o software escala o trabalho e a IA acelera, mas a responsabilidade é de uma pessoa do Autoritas, com nome.
Como o Consulting as a Software funciona no Autoritas
vDPO — Privacidade e LGPD
A equipe Autoritas assume a função de encarregado de dados e opera o programa de privacidade na plataforma: mapeamento de dados, atendimento a titulares, RIPD e incidentes.
TPRM — Riscos de terceiros
Os especialistas avaliam, classificam e monitoram os fornecedores; o Autoritas guarda questionários, evidências e planos de ação de cada um.
vCISO — Segurança da informação
Um CISO Autoritas conduz a estratégia de segurança sobre ISO 27001 e NIST CSF, com controles, riscos e indicadores mapeados na plataforma.
vCAIO — Governança de IA
A equipe Autoritas inventaria os sistemas de IA, define políticas de uso e trata riscos algorítmicos, preparando a empresa para a ISO/IEC 42001.
Quando faz sentido, e quando não faz
Faz sentido quando
- Empresa sem time interno dedicado a privacidade, segurança ou terceiros.
- Programa que precisa responder a auditoria, cliente ou regulador com evidência.
- Várias frentes de risco hoje em planilhas separadas.
- Liderança que quer visão única de risco.
Talvez não faça sentido quando
- A empresa já tem um time de GRC maduro e só precisa de ferramenta.
- A necessidade é um parecer jurídico pontual.
- O objetivo é apenas cumprir um checklist uma única vez.
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Perguntas frequentes
É o modelo do Autoritas em que a consultoria especializada é executada dentro de uma plataforma própria, de forma contínua e mensurável. O cliente contrata a operação do programa de GRC, não uma licença nem horas avulsas.
O conceito Consulting as a Software é do Autoritas e foi lançado junto com a plataforma no GRC Summit 2026, em São Paulo.
No SaaS, o cliente compra a licença e opera a ferramenta com o próprio time. No Consulting as a Software, os especialistas Autoritas operam a plataforma junto com o cliente, que decide sem precisar montar um time.
Não. Service-as-Software é um conceito amplo sobre serviços entregues como software, muitas vezes por IA. Consulting as a Software é específico para GRC e mantém um especialista nomeado como responsável.
Não. Na terceirização, o trabalho acontece fora da visão do cliente. No Consulting as a Software, tudo é feito dentro da plataforma, com o cliente vendo riscos, evidências e decisões em tempo real.
CaaS é a sigla de Consulting as a Software. Não confundir com Containers as a Service ou Contact Center as a Service, que usam a mesma sigla.
Por assinatura única definida pelo escopo: quais módulos, quantas unidades, fornecedores ou processos. O caminho mais rápido para uma estimativa é o diagnóstico gratuito de maturidade.